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Qual o seu fundamento?

Qual o seu fundamento?

Texto base: Mateus 7.24-25

Exposição do texto: Jesus agora nos apresenta um contraste entre o “ouvir” e o “fazer”. Aquela pessoa que ouve as palavras de Jesus e as pratica, construiu a sua casa sobre a rocha.

Discussão:  a verdadeira pergunta não é se estamos ouvindo os ensinamentos de Cristo, mas se estamos praticando o que ouvimos. E são justamente as tempestades da vida que nos dirão se ouvimos e praticamos os ensinamentos de Jesus. 

Objetivo: o verdadeiro cristão, alicerçado em cristo, não se distingue totalmente de sua imitação até que venham as provações.

Contexto: a verdade sobre a qual Jesus está insistindo nesses dois parágrafos finais do Sermão é que nem um conhecimento intelectual, nem uma profissão de fé verbal, podem ser antagônicos à obediência. A fé leva ao conhecimento, o conhecimento leva à obediência, e a obediência leva às boas obras. A pergunta não é se nós dizemos coisas bonitas, polidas, ortodoxas e entusiásticas sobre Jesus; nem se ouvimos suas palavras, se prestamos atenção, se estudamos, se meditamos e se memorizamos até empanturrar as nossas mentes com os seus ensinamentos, mas se fazemos o que dizemos e se fazemos o que sabemos. O senhorio de Jesus precisa ser a grande realidade de nossa vida. O que Jesus está destacando é que, aqueles que verdadeiramente ouvem o evangelho e professam a sua fé, sempre hão de obedecê-lo, expressando a sua fé em suas obras. Pertencemos a um grupo descrito por Jesus como aqueles que ouvem os seus ensinamentos e o chamam de Senhor. Nossa filiação, portanto, coloca sobre nós a séria responsabilidade de garantir que aquilo que sabemos e dizemos está sendo traduzido no que fazemos. O fundamento da fé cristã é Cristo. Não podemos deixar essa realidade de lado. Somos incentivados por Jesus a renunciarmos a cultura secular prevalecente em favor da contracultura cristã.

Conclusão: os padrões entre a vida cristã e a vida do mundo são antagônicos. Aqueles que estão alicerçados em Cristo têm uma justiça mais profunda, pois atingem também o coração, o amor mais amplo, porque abrange os inimigos e possuem uma piedade desprovida de ostentação e hipocrisia. Essas são as marcas daqueles que são prudentes.

Aplicação: em uma “cultura líquida”, conforme definiu Zygmunt Bauman, Cristo nos oferece um absoluto, algo sólido, desprovido de relativismo. Em um mundo de mentiras, Jesus é a verdade. Em um mundo de trevas, Jesus é a luz. Em um mundo sem sabor, Jesus é o tempero.

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