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O perigo dos falsos mestres

O perigo dos falsos mestres

Texto base: Mateus 7.15,20

Exposição do texto: os falsos profetas já existiam no período de Jesus. E precisamos admitir que ainda hoje há muitos deles nas igrejas.

Discussão: nos tempos bíblicos, um verdadeiro profeta era aquele que ensinava a verdade por inspiração divina, e o falso profeta era aquele que reivindicava a mesma inspiração divina, mas propagava a mentira.

Objetivo: Jesus demonstra que aqueles que propagam mentiras em nome de Deus são profetas falsos, dos quais os seus discípulos deveriam se acautelar

Contexto: Jesus nos ensina que não devemos ficar fascinados com as aparências, mas olhar por trás das aparências, para a realidade. O que se encontra sob o pelo: uma ovelha ou um lobo? Após esse exemplo, Jesus mudou suas metáforas para árvores e seus frutos. Embora possamos confundir, muitas vezes, um lobo com uma ovelha, não podemos cometer o mesmo engano com uma árvore. Nenhuma árvore pode esconder a sua identidade por muito tempo. Mais cedo ou mais tarde ela se trai, pelo seu fruto. Os falsos mestres apresentam-se disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores. Eles são perigosos e mentirosos. Na Palestina do primeiro século, o lobo era o inimigo natural das ovelhas, que ficavam sem defesa diante dele. Por isso, um bom pastor tinha que estar sempre alerta e proteger suas ovelhas contra os lobos. Exatamente da mesma forma, o rebanho de Cristo está à mercê de bons pastores ou de lobos. O bom pastor alimenta o rebanho com a verdade; o falso mestre, como um lobo, divide-o por causa do erro. É preciso discernimento. Infelizmente, esses “lobos” penetram sorrateiramente no rebanho. Um falso mestre não se anuncia nem faz propaganda de si mesmo como um fornecedor de mentiras, pelo contrário, ele reivindica ser um mestre da verdade, disfarçando seu propósito sombrio sob o manto da piedade cristã. 

Conclusão: um lobo pode disfarçar-se; uma árvore, não. Não só o caráter do fruto fica determinado pela árvore, mas também a sua condição. Os falsos profetas revelam a sua verdadeira identidade no campo do caráter e da conduta, pois um verdadeiro mestre possui o fruto do Espírito, qualidades ausentes nas “obras da carne”.

Aplicação: o verdadeiro mestre sempre procurará ser o mais bíblico possível. Já o falso, na busca pela glória e reconhecimento, sempre apresentará revelações novas, não entregues a outra pessoa, uma arrogância exclusivista.


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