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O tesouro do cristão

O tesouro do cristão

Texto base: Mateus 6.19-20

Exposição do texto: Jesus apresenta dois tesouros, os da terra, corruptíveis, inseguros e instáveis, e por outro lado, o tesouro do céu, incorruptível, seguro e estável.

Discussão: o nosso coração sempre seguirá o nosso tesouro, quer seja ele para baixo, para a terra, quer seja ele para o alto, para o céu. Não há maldição quanto às propriedades. O que Jesus proíbe é a acumulação egoísta de bens, em que não há espaço para generosidade.

Objetivo: aqueles que encontraram em Cristo o seu maior tesouro, sabem que não existe satisfação maior do que esperar ansiosamente pela Sua volta.

Contexto: nos tempos de Jesus, as traças entravam facilmente nas roupas, os ratos comiam tudo que encontravam pela frente, pestes atacavam tudo o que estivesse debaixo da terra, e, além disso, a quantidade de ladrões era incomensurável. Não existia segurança no mundo antigo, aqueles que acumulavam tesouros viviam em constante perigo de vida. Já no mundo moderno, temos inseticidas para as traças, venenos eficazes contra ratos, tintas à prova de ferrugem, arames e alarmes contra ladrões, mas mesmo assim, os tesouros dos nossos dias se desintegram com a inflação, desvalorização econômica ou mesmo em colapsos financeiros. Isso é um constante alerta para nos mostrar qual o tesouro realmente importa. Jesus não está ensinando que por meio de boas obras praticadas na terra podemos gerar uma espécie de crédito bancário, do qual acumulamos tesouro no céu. A riqueza não é o problema, mas sim a concepção do que temos de mais valioso em nossa vida. O tesouro no céu não está disponível para os ladrões, nenhuma praga pode destruí-lo, não há traças capazes de alcançá-lo, nem ratos com tais habilidades. O tesouro no céu é revestido de segurança absoluta. É por isso que não precisamos nos preocupar com a segurança desse tesouro, pois quaisquer medidas de precaução para protegê-lo são desnecessárias.

Conclusão: uma vida desprendida de raízes nos tesouros desse mundo. É isso que Jesus propõe. Na vida cristã não há espaço para se debruçar com os deleites dessa terra, sem se deixar ser corrompido por ela. Nosso coração é caído e, naturalmente, somos distraídos do nosso foco principal, a eternidade. O coração acompanha o tesouro.

Aplicação: o cristão não pode ser dominado pelos desejos concupiscentes desse mundo, pelo tesouro na terra, pois sua vida é regida por um Reino superior

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