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A relação com o outro

A relação com o outro

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Texto base: Mateus 5.43-48

Exposição do texto: é fácil amar quem gostamos e as pessoas que queremos bem, por outro lado, amar inimigos é extremamente difícil e custoso.

Discussão: Jesus nos ensina que nossa relação com as outras pessoas precisa ser pautada no amor e nada mais. Os fariseus e escribas pautavam seus relacionamentos com a justiça própria e, por isso, condenavam aqueles que não eram do círculo religioso deles. Como é o seu comportamento com os que não professam a mesma fé que você? 

Objetivo: é difícil amar a todos. Mais complicado ainda é não fazer acepção de pessoas. No geral, temos nossas preferências e quase sempre pautamos nossas relações por essas preferências.

Contexto: Jesus é imperativo em nos dizer que devemos amar a todos, sem distinção, tanto amigos quanto inimigos. Naquela época, assim como hoje, o amor era seletivo. Os fariseus escolhiam, com base nas tradições e na religiosidade, quem eles amariam. Assim como naquele tempo, o amor de hoje é pautado no interesse, sempre em segundas intenções. É nessa realidade que foi criada uma frase muito popular, que afirma que “amor, só de mãe”. Esse ensino de Jesus, em nossos dias, pode soar muito árduo, mas não é impossível. Para amar como Jesus, precisamos perdoar como Jesus. C. S. Lewis nos diz: “O perdão vai além da justiça humana; é preciso perdoar aquelas coisas que absolutamente não podem ser perdoadas”. Quando decidimos seguir o padrão de amor proposto por Jesus, decidimos que antes vamos perdoar todos que nos fizeram mal. Só assim, mediante o perdão, conseguiremos fluir no amor verdadeiro. A inimizade não provém de Deus, sendo considerada, inclusive, uma obra da carne, mas o amor é um fruto do Espírito, e o vínculo do que é perfeito (Cl 3.14,15).

Conclusão: Somos chamados à perfeição, e essa perfeição só pode ser alcançada em Cristo. Somente revestidos de Cristo poderemos prestar o devido suporte uns aos outros, com o perdão mútuo. A comunidade cristã é regada pelo amor e perdão, disposta a receber todos; inclusive, os inimigos.

Aplicação: precisamos olhar para dentro de nós, em uma análise autocrítica, para percebermos se nosso amor é seletivo ou não. Se for esse o caso, precisamos nos quebrantar em oração, clamando para que o Espírito Santo nos mude.

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