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O divórcio

O divórcio

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Texto base: Mateus 5.31,32

Exposição do texto: esse é um ensino que muitos pastores tentam evitar, mas Jesus não hesitou em ensinar o que é correto diante de Deus. Novamente, vemos Jesus relacionando seu ensino com a Lei de Deus dada por intermédio de Moisés ao povo de Israel. Moisés nunca ordenou que o homem se divorciasse de sua esposa; contudo, os fariseus e escribas banalizaram esse assunto fazendo parecer possível o divórcio por conta de qualquer motivo tolo e insignificante. E é justamente esse o foco que o Senhor Jesus busca ajustar nessa passagem do Sermão do Monte, ao declarar que nenhum homem deve se separar, exceto em uma situação específica e mesmo assim somente se o seu coração endurecer e não conseguir conceder o perdão.

Discussão: Jesus ensina que a separação entre um homem e uma mulher não deve ocorrer por motivo algum, exceto em caso de adultério e mesmo assim por causa da dureza do coração do homem, em não conseguir perdoar como Ele ensina em outra passagem (Mateus 19.8). Atualmente, crentes têm se separado por motivos que não são o adultério. O que tem acontecido para que isso ocorra? (Discuta em grupo).

Objetivo: sob a antiga lei, o adultério era punido com morte, assim o casamento não terminava devido a um divórcio, mas pela sentença de morte. Para que o divórcio ocorresse era necessário que fosse provado, mediante duas testemunhas, que a mulher tinha problemas de impureza ou imundícia. Diante do divórcio o homem tinha que dar carta de divórcio para a mulher, especificando o motivo, dizendo que não havia sido por adultério. E uma vez divorciado da esposa, o marido não poderia se casar com ela novamente no futuro, isso ocorria para que o casamento não fosse banalizado, mas que ficasse claro a seriedade de se romper uma aliança que Deus tem como uma instituição sagrada.

Contexto: infelizmente, muitos crentes não estão sabendo lidar com a seriedade do ensino de Jesus em relação ao casamento e a condição que Ele, claramente, apresentou para que não ocorresse o divórcio. Por motivos diversos crentes têm desfeito seus lares, destroçado suas famílias e a razão, muitas vezes, se encontra no egoísmo. Egoísmo porque primeiro olham para a própria felicidade quando, na verdade, o casamento visa buscar fazer o outro feliz também. É preciso refletir no fato de que o casamento não é algo com que se pode brincar de fazer e desfazer.

Conclusão: como cristãos devemos levar a sério a vontade de Deus para as nossas vidas e nos comportarmos como verdadeiros cristãos, honrando a aliança do casamento.

Aplicação: uma prática correta para cristãos perante o casamento é manter uma conduta e comportamento em casa de acordo com a fé que confessam ter em Cristo Jesus. Um casamento deve ser cultivado e cuidado diariamente, para não precisar chegar a um estágio que necessite pensar em separação e tão pouco cometer um adultério.

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