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O perigo das maldades do coração do homem

O perigo das maldades do coração do homem

Texto base: Mateus 5.21-26

Exposição do texto: “Não matarás” é um dos dez mandamentos dados a Moisés por Deus no monte Sinai. Nesse texto Jesus estabelece um contraste entre a falsa interpretação da Lei dada a Moisés e o modo correto de interpretação dada pelo próprio Senhor Jesus. Ele nos ensina que devemos compreender o “Não matarás” da seguinte maneira: “Quem quer que se encolerize contra seu irmão, sem qualquer causa justa, corre o perigo de ficar sujeito a julgamento”.


Discussão: Jesus deixa claro que o homicídio não é somente a destruição da vida de uma pessoa fisicamente, mas a tentativa de destruir a sua alma e seu espírito. Assim é possível perceber que muitos de nós temos assassinado uns aos outros em nosso coração e em nossa mente. Você já parou para refletir a esse respeito? Qual estado se encontra o seu coração? E como você reage às coisas que te acontecem? Ainda que digamos que nunca matamos alguém fisicamente, por muitas vezes já o fizemos mentalmente por meio da maledicência ou por outros meios.

Objetivo: devemos considerar que essa passagem bíblica leva em conta muito mais do que o homicídio físico, ela considera todas as maldades que permeiam o coração do homem e seus sentimentos de destruição em relação outro.

Contexto: Jesus condena na realidade a justiça própria com que o homem age em relação ao seu próximo. Em vez de  se ver justificado em Cristo, o homem rejeita a graça de Deus e busca a sua autojustiça. “Porque dentro do coração das pessoas é que procedem os maus  pensamentos, as imoralidades sexuais, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as maldades, o engano, a libertinagem, a inveja, a blasfêmia, o orgulho, a falta de juízo. Todos estes males vêm de dentro e contaminam as pessoas” (Marcos 7.21-23).

Conclusão: a nossa raiva e ira devem ser somente contra o pecado e nunca contra o pecador. Contra este devemos ter um sentimento de compaixão e orar para que ele conheça Cristo e se arrependa dos seus maus caminhos.

Aplicação: a Palavra de Deus nos ensina em Efésios 4.26: “Fiquem irados e não pequem”, a ira de Deus é uma justa indignação contra o pecado, assim também deve ser a nossa ira, ela não deve produzir em nós um senso de justiça própria.

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